Depoimentos

A alegria da gestação após vencer a batalha contra o câncer.

Cristiane Carina Justo

Era mês de Novembro de 2006, eu tinha 25 anos e levava uma vida completamente normal, praticava exercícios físicos e nunca havia sentido qualquer sintoma de que pudesse estar com algum problema de saúde. Foi quando em uma certa noite sai para jantar, voltei para casa e fui dormir. No meio da noite, acordei com uma dor muito forte na região do abdômen, sem saber definir a região exata. Na hora, imaginei que havia sido a comida do jantar que tinha me feito mal, então fui ao banheiro mas não havia sintoma de diarréia, aliás não conseguia nem evacuar normalmente. Tomei alguns chás, mas nada da dor aliviar, e assim transcorreu até o amanhecer. Com dores já insuportáveis procurei um hospital, onde chegando lá fizeram um exame de raio X abdominal e também fui avaliada fisicamente pelo médico, o qual me relatou que não havia aparecido nada de anormal no exame feito e sim somente uma distensão abdominal, que poderia ser sintomas de gases. Sendo assim, fiquei um pouco no hospital recebendo remédio para dor na veia e fui embora com receita de remédio para gases.

Chegando em casa fui tentar dormir, mas pouco depois as dores começaram novamente, só que cada vez mais fortes. Decidi procurar outro hospital, relatei todos os sintomas até então e fui "aleatoriamente" diagnosticada com pedra na vesícula, e por isso teria que ficar internada para fazer exames mais precisos. Eu já estava ficando apavorada sem saber o que estava havendo comigo e já não aguentava mais sentir tanta dor. Fiquei três dias internada neste hospital, com muitas dores dia e noite sem ninguém conseguir dar um diagnóstico do meu quadro, foi quando decidi ir para casa, pois achei que estaria melhor em casa do que neste hospital, pois não estava recebendo tratamento adequado (o hospital era do SUS, na época eu não tinha convênio particular). Novamente em casa, as dores continuavam e já havia se passado quase uma semana. Isso me fez procurar outro hospital, onde comecei a fazer vários e vários exames sem nenhum conseguir mostrar qual era o meu problema, a minha barriga estava enorme, pois neste período todo eu não consegui mais evacuar e também não conseguia mais comer, tudo que eu comia sentia vontade de vomitar.

Foi quando, graças a Deus, através de um exame feito (raio X abdominal com contraste), descobriram que as dores que eu estava sentido era em razão de uma grande obstrução no intestino, onde de um lado para o outro não passava nada. Os médicos disseram que aquela obstrução poderia ser várias coisas, mas ainda não podiam afirmar nenhum laudo com precisão. Fiquei internada para mais investigações, mas na noite que estava completando uma semana que tudo começou eu comecei a passar muito mal, já estando sem forças. Não aguentava mais sentir tantas dores, que nenhum remédio mais aliviava, nem mesmo morfina. Um médico veio me ver, e decidiu imediatamente me levar para o bloco cirúrgico para fazer uma cirurgia exploratória, pois constatou que se não fosse feito alguma coisa eu não aguentaria muito tempo.

A cirurgia durou cerca de 4 horas, quando veio o real diagnóstico: tumor intestinal que obstruiu por completo o mesmo. Também em razão do inchaço do intestino tive que colocar uma bolsa de colostomia. Fiquei uma semana no hospital, onde me recuperei bem e recebi alta. Logo em seguida tive que iniciar 12 longas sessões de quimioterapia; fiquei muito mal ao longo do tratamento que com certeza estava sendo mil vezes pior que a doença em si, foi tão ruim que pensei que não iria conseguir concluir o tratamento. Graças a Deus consegui vencer e toda a tortura chegou ao fim. Depois de um ano passei novamente por uma cirurgia para realizar a reversão da colostomia, a qual correu muito bem. Dali em diante minha vida voltou ao normal e eu fiquei muito bem, realizando exames de controle a cada 6 meses. Foi quando depois de 3 anos, no ano de 2009 em um desses exames de rotina foi diagnosticado 3 nódulos existentes na região do fígado. Fiquei acompanhando a evolução dos mesmos por algum período para ver se iriam aumentar de tamanho, o que aconteceu. Fiquei muito apreensiva e decidi fazer um exame (Pet scan), com o qual eu saberia com precisão se os nódulos eram malignos ou não.

O resultado foi positivo, eram malignos, e eu estava novamente enfrentando um CÂNCER. Tive então que passar por outra cirurgia, e novamente começar as terríveis sessões de quimioterapia. Para o tratamento ser realizado, recoloquei um cateter no lado esquerdo do peito e fui começar a primeira sessão. Logo de início, fiquei muito mal não sabia o porquê.. Juntamente com isso, a implantação do cateter não "queria" cicatrizar. Achei estranho, pois sempre tive uma cicatrização muito boa. Depois de alguns dias, antes de passar pela segunda sessão de quimioterapia. Comecei a passar muito mal, foi quando descobri que estava com uma infecção por bactéria muito séria no cateter que havia sido colocado. O mesmo foi imediatamente retirado, e eu fiquei quase 15 dias internada no hospital. Depois disso minha oncologista decidiu que eu iria fazer quimioterapia via oral durante seis meses, o que tornou o tratamento um pouco mais tolerável, mesmo não sendo o mais adequado, visto que que não tinha todos os componentes necessários para o tratamento.

Depois de tudo isso, comecei a refletir que coisas muito ruins ainda poderiam acontecer com minha saúde, pois se mesmo depois de passar por aquele fortíssimo tratamento inicial de quimioterapia eu voltei a desenvolver o câncer, imaginei que alguma coisa com meu corpo deveria estar errada ou o tratamento não fez o efeito a que se propunha. Foi quando no ano de 2011, com todos esses questionamentos e medos sentidos por mim, fiquei sabendo através de um grande amigo da existência do Prof. Kunio Inamoto, com o qual já havia realizado um tratamento muito satisfatório. Certo dia fui até seu consultório e realizei uma consulta na qual relatei toda a minha história e tudo que havia acontecido, então realizei o exame de minerais e fui avaliada pelo Prof. Inamoto, o qual verificou tudo que estava em desequilíbrio no meu corpo, ou seja, tudo o que estava de mais e de menos para se obter o equilíbrio corporal. Na época, foi medida minha "Ressonância" corporal, que estava em mais de 800 Thz (ambiente ácido), o que para uma pessoa com boa saúde estava bem longe do normal.

Desde então, sigo o tratamento recomendado pelo Prof. Inamoto, e posso dizer com certeza que minha qualidade de vida mudou por completo, começando com a disposição que antes não sentia e hoje está ótima. Nesta época, desenvolvi entre minha axila e seio esquerdo um pequeno tumor, que segunda a medicina convencional tratava-se de um linfonodo. Os médicos afirmaram que era um tumor não maligno, mas que não havia motivos para preocupação, embora jamais fosse "desaparecer". Em sessenta dias após o inicio do tratamento com o Prof. Kunio Inamoto ele desapareceu por completo sem explicação pela medicina. Para complementar, posso dizer que o tratamento me fez tão bem que cerca de uns 3 meses depois de iniciá-lo tive a feliz surpresa de engravidar. Tive uma gestação ótima e dei a luz a uma linda e saudável menina. O principal ponto fraco de meu organismo era o sistema de imunidade. Para minha surpresa nos exames convencionais durante e depois da gestação jamais houve qualquer falta de nutriente em meio organismo, o que é raro acontecer, inclusive cálcio que é "sugado" pela amamentação do recém nascido.

Continuo com o tratamento até hoje, onde recentemente constatei em uma consulta no consultório do Prof. Inamoto que minha "Ressonância" corporal estava ótima (em torno de 350 Thz) , muito diferente de antes de iniciar o tratamento, o que me deixou mais satisfeita e tranqüila. Também recentemente realizei meus exames convencionais de imagem e de sangue, os quais apresentaram ótimos resultados. Enfim, para concluir, posso dizer que hoje tenho a certeza que foi através do tratamento iniciado e que continua sendo realizado com o Prof. Kunio Inamoto que encontrei a verdadeira cura e saúde do meu corpo. Assim, diante destas grandes conquistas, só tenho a dizer um Muito Obrigado por tudo Prof. Kunio Inamoto.