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Intolerância alimentar vs. alergias alimentares.

21/07/2017 15:27:47

Muitos distúrbios orgânicos são consequências de incompatibilidades alimentares não identificadas. Saiba como perceber os principais sinais de que os alimentos que você consome estão prejudicando sua saúde e conheça formas de se prevenir.


Na atualidade, os fatores negativos que incidem na eficiência orgânica, tais como substâncias químicas na alimentação, fatores contaminantes do meio ambiente, má qualidade dos alimentos, quer sejam naturais ou não, fazem do nosso organismo um verdadeiro campo de batalha. Nesta luta incessante muitas vezes cria-se o desequilíbrio digestório, que em conjunto com o processo de defesa do organismo, causam distúrbios adversos, normalmente de difícil identificação. Assim, a “Alergia Alimentar” causada por incompatibilidades alimentares, segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS, é a doença mais comumente não identificada pela comunidade médica atual.


Os alimentos alergênicos são aqueles que não são bem digeridos devido a alguma incompatibilidade orgânica nutricional, principalmente pela carência dos fatores Zn (zinco), Cu (cobre) e Mg (magnésio), que geram por sua vez a presença de imunocomplexos na corrente sanguínea, contribuindo no surgimento de muitos sintomas de difícil identificação.


SINTOMAS DAS ALERGIAS ALIMENTARES


  • Cabeça

Círculos avermelhados; Sudorese sob os olhos; Sono interrompido durante a noite; Dores de cabeça; Insônia; Tonturas; Sonolência após as refeições; Sensação de peso na cabeça.

  • Sistema Nervoso

Dificuldade de atenção; Ansiedade; Depressão e crises de choro; Agressividade, inquietação e gagueira; Hiperatividade em crianças e adultos; Voz sussurrada; Síndrome do pânico; Redução na coordenação motora.

  • Olhos, ouvidos e nariz

Coriza, entupimento e muco excessivo; Zumbidos auditivos e tinidos; Visão turva; Dores de ouvido; Lacrimejamento; Infecções auditivas.

  • Coração e pulmões

Congestão torácica e broncoespasmo; Asma e anafilaxia induzida pelo exercício; Palpitações e arritmias após alimentação; Dor torácica; Crise hipertensiva após a ingestão de alimento reativo.

  • Boca e garganta

Coceira no céu da boca; Dificuldade de engolir; Alteração da voz; Garganta seca; Aftas; Sensação ou gosto de substâncias químicas na boca.

  • Pele

Palidez; Eczemas; Dermatite herpetiforme; Erupções; Queda de cabelo; Unhas e cabelos quebradiços.

  • Sintomas gerais

Micção frequente; Prurido anal ou vaginal; Artrites e dores articulares; Dores nas mãos, pés e tornozelos; Dores musculares; Fadiga crônica; Vontade anormal de comer fora de hora; TPM; Distúrbios do peso.


FONTES CAUSADORAS DA ALERGIA ALIMENTAR


Bioquimicamente, a dificuldade digestiva é provocada pela carência dos fatores Zn (zinco) e Mg (magnésio), pois estes elementos são primordiais nas eficiências enzimáticas. O zinco participa no metabolismo de aproximadamente 450 tipos de enzimas digestivas e o magnésio em outros 600 tipos. Normalmente as carências desses minerais não são causadas pela falta de ingestão, mas sim pela dificuldade de assimilação, devido à falta de outros minerais ou vitaminas interdependentes. Os metais tóxicos tais como alumínio, mercúrio, chumbo, cádmio e outros, na maioria dos casos são os grandes responsáveis pela carência dos fatores zinco, cromo, cobre e magnésio, que por sua vez interagem no metabolismo do ferro, ácido fólico e consequentemente na captação das vitaminas do complexo B. Esta cascata de desequilíbrios bioquímicos, além de causar a incompatibilidade digestiva, gera por conseqüência distúrbio no processo neuro-endócrino, justificando o quadro de sintomas anteriormente apresentado. 


Dentro da prática clínica do Método QuantumBIO, tem se verificado que a maioria das pessoas que apresentam distúrbios de alergias alimentares também apresentam a presença de parasitas indesejáveis, que podem ser fungos, bactérias, vírus ou vermes. Logo, existem coligações lógicas, já que os parasitas, principalmente os vermes, são redutores de nutrientes como o zinco, cobre, magnésio, manganês, etc.


COMO DETECTAR A PRESENÇA DE METAIS TÓXICOS E PARASITAS


Existem três práticas normais para detectar metais: a) Pelo mineralograma do cabelo; b) Pelo mineralograma do soro sanguíneo e c) Pelo mineralograma gerado pela Biorressonância. A opção da escolha está em cada profissional da saúde. A verificação de parasitas pode ser efetuada pelo método tradicional através das fezes e também pela Biorressonância. Neste caso, o mais completo é sem dúvida pela Biorressonância, pois consegue detectar fungos, bactérias e vermes sem o processo invasivo e com muita eficácia, eliminando a incidência de amostras duvidosas.


COMO MINIMIZAR OS SINTOMAS DAS INCOMPATIBILIDADES ALIMENTARES


  • Primeiro passo 

Detectar e neutralizar os metais tóxicos.

  • Segundo passo

Detectar e eliminar parasitas indesejáveis.

  • Terceiro passo

Identificar os alimentos alérgenos pela Biorressonância e evitá-los pelo menos no período terapêutico, até obter a dessensibilização do organismo ou praticar a compensação quântica.

  • Quarto passo 

Otimizar os hábitos alimentares associados a uma suplementação nutricional, afim de melhorar o processo funcional do organismo principalmente no mérito enzimático.

  • Quinto passo

Procurar adotar uma suplementação nutricional, sempre com o objetivo de regenerar o processo neuro-endócrino, principalmente por meio de substâncias neuro-transmissoras, tais como ácidos graxos insaturados do tipo ômega 3, ômega 6 e DHA. Estes também agem como substâncias antialérgicas, pois protegem a permeabilidade da mucosa intestinal, dificultando assim a passagem de macromoléculas (que são provenientes de alimentos mal digeridos) para a corrente sanguínea, evitando a geração de imunocomplexos desencadeadores de sintomas alérgicos. Dentro da prática do Método QuantumBIO, observamos que pessoas com intolerância a glúten (farináceos) ou a laticínios (leite e derivados), tem conseguido eliminar a incompatibilidade suplementando-se de ácidos graxos associados a alga Chlorella e o Levedo de Cerveja de boa qualidade.


OBSERVAÇÃO IMPORTANTE


Os procedimentos ou orientações que constam neste artigo tem finalidade cultural e informativa. Todos que queiram adotar uma das práticas devem procurar um profissional ou uma clínica especializada, a fim de evitar danos à sua saúde.


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