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Idade, cérebro e nutrição - Conhecimentos que podem prevenir e minimizar distúrbios mentais.

21/07/2017 15:11:40

É do conhecimento geral que a eficiência cerebral depende de uma boa circulação sanguínea e de uma boa oxigenação. Contudo, pouco se fala das necessidades intrínsecas e essenciais para que o cérebro mantenha o seu bom desempenho ou ainda quais as medidas cabíveis para a sua recuperação, já que a sua degradação natural e evidente incide em todas as pessoas no avançar da idade. 


FATORES BÁSICOS QUE DEGRADAM O CÉREBRO:


01. Maus hábitos da vida: Todo ser humano comete erros no balanceamento alimentar e na forma de se alimentar, pois devido às restrições sociais, busca alimentos prontos e industrializados que normalmente tem problemas. Além disso, o homem convive cada vez menos com a natureza, e o artificialismo na busca por fatores para o conforto conduz cada vez mais ao sedentarismo. Em termos de saúde, preocupa-se mais com as consequências e esquece de pesquisar as razões que o levaram ao desequilíbrio.


02. Poluição ambiental: Praticamente tudo que comemos, bebemos ou respiramos contém poluentes. Na verdade, estamos expostos nas 24 horas do dia a substâncias negativas tais como gases tóxicos, metais tóxicos, conservantes, estabilizantes, anti-umectantes, agrotóxicos, etc. que agridem as funções do nosso organismo. Recentemente, a Organização Mundial da Saúde – OMS, alerta também sobre a poluição de energias negativas provindas de meios eletrônicos como computadores e telefones sem fio e celulares, que segundo a pesquisa de uma Agência ligada a OMS, diz ser responsável por aproximadamente 30% do câncer infantil.


03. Parasitas indesejáveis: É verdade que o nosso organismo é um conglomerado de microorganismos que atuam positivamente no desempenho funcional do metabolismo, gerando assim saúde e bem estar, e o seu equilíbrio existencial é primordial. Os parasitas indesejáveis como bactérias, fungos, vermes ou vírus, são elementos que ingressam no nosso meio orgânico e desestabilizam o conglomerado de microorganismos, causando na sequência a instabilidade da microbiota positiva, gerando em conseqüência prejuízos, e na sua persistência, o que chamamos de doença.


Nota: De forma genérica, os três fatores acima são fontes que desestabilizam a captação dos minerais zinco (Zn), cobre (Cu) e magnésio (Mg), causando baixo fator de ferro (Fé) na hemoglobina, gerando na sequência prejuízos na oxigenação cerebral. Além disso, os minerais Zn e Mg são responsáveis por mais de 1.000 enzimas digestivas e a suas deficiências são meios geradores de desnutrição cerebral e global do organismo.


MEIOS DE COMUNICAÇÃO DOS NEURÔNIOS


• SINAPSE: É o ponto de encontro entre dois neurônios entre bilhões que existem num cérebro humano. Dois neurônios não se tocam diretamente, porém a comunicação é realizada por substâncias neuro-transmissoras que fazem a conexão na troca de informações dando sequência ao que chamamos de raciocínio.

• BAINHA: E uma capa protetora que engloba a sinapse e é constituída de células glias que também são chamadas de astrócitos. A bainha é responsável pela captação de substâncias necessárias para a reciclagem dos neuro-transmissores que também regulam o nível de glutamatos controlando a velocidade de informações. Os astrócitos também são responsáveis pela captação do açúcar da corrente sanguínea para fins de geração de energia no meio cerebral. Segundo estudos realizados na Universidade de Lausanne na Suíça, um dos maiores centros de pesquisa do mundo nesta área, afirma que existe no cérebro uma segunda rede de comunicações que são realizadas entre os astrócitos, cujos responsáveis são os íons de cálcio. Porém, a neurociência ainda não sabe que tipos de informações são realizadas por estas células glias.


Conclusão: Verifica-se que consumir alimentos adequadamente e ter o sistema digestivo em boas condições é primordial para a nutrição cerebral, justamente porque o cérebro, sendo a fonte controladora de todas as atividades, requer nutrientes básicos, principalmente os que reciclam os neuro-transmissores.


MEIOS QUE AGEM NA EFICIÊNCIA CEREBRAL


• Sistemas básicos da nutrição cerebral: A nutrição cerebral requer a eficiência de quatro sistemas orgânicos básicos que são: Sistema renal, pulmonar, hepático, digestivo e circulatório, que são meios mantenedores da qualidade do sangue e que interferem na nutrição cerebral.

• Sistemas de processamento e absorção: Os alimentos devem ser processados e absorvidos pelo contexto celular, a fim de gerar a saúde orgânica. Neste mecanismo bioquímico, a regularidade e a harmonia dos Sistemas Endócrino e Enzimático são de suma importância, pois sem a ação destes, nenhum alimento seria aproveitado.

• Ciclo da manutenção cerebral: Toda degradação inicia pela deficiência dos sistemas básicos da nutrição, que pela carência desestabiliza os meios de processamento e absorção, principalmente regidos pela função endócrina, comandada pela glândula Hipófise no contexto cerebral. Portanto, a manutenção ou a recuperação cerebral deve sempre iniciar pelos meios orgânicos, principalmente do digestivo, hepático e circulatório e consequentemente pelos meios enzimáticos e endócrinos que tem o mérito da absorção.


COMPLEMENTOS ALIMENTARES QUE AGEM NA EFICIÊNCIA CEREBRAL 


• CHLORELLA: É uma alga da água doce da era Cambriana. Foi uma das primeiras formas de vida a surgir no nosso planeta e um dos responsáveis que tornou o nosso meio habitável. Tem na sua composição todos os nutrientes necessários e aminoácidos essenciais na forma natural e equilibrada, têm poder alcalinizante e desintoxicante, inclusive de metais tóxicos como o alumínio, mercúrio, etc. Não tem contra-indicações e é especialmente indicada para gestantes e crianças. Conforme testes clínicos realizados na Universidade de São Paulo, o consumo diário de 20 a 40 comprimidos de 250mg, controla eficientemente os níveis de colesterol. O Japão é o maior consumidor mundial deste complemento e em algumas escolas públicas o produto é distribuído gratuitamente pelo governo.

• GELEIA REAL: Não existe na natureza, alimento tão adequado e eficiente para o nosso cérebro como a Geléia Real produzido pelas abelhas operárias internas. Geléia Real é um alimento extremamente natural, provindos da matéria prima pólem das flores, que após passar pelo processo orgânico das abelhas se torna alimento específico da abelha rainha. Esta, uma vez fecundada pelo zangão produz uma média de 2.000 ovos diariamente durante 9 meses. Para o ser humano, a geléia real oferece substâncias importantes como o Ácido Glutâmico, que é essencial para a eficiência dos neuro-transmissores como a Dopamina, etc.

• ÁCIDOS GRAXOS: O contexto cerebral é composto de ácidos graxos essenciais na proporção de 65%, dos quais, 30% é representado por DHA (docosahexaenóico). O DHA está presente em todas as células humanas, bem como no leite materno, na placenta da mulher e a retina do olho possui 50 vezes mais do que nas células normais. No processo bioquímico, os ácidos graxos têm suma importância no processo endócrino e são precursores das prostaglandinas que formam os hormônios. Os ácidos graxos podem ser de origem animal (peixes, etc.) ou de origem vegetal, provindos por exemplo da maceração de sementes como o de Prímula, Linhaça, etc.  


CONSIDERAÇÕES SOBRE DISTÚRBIOS DE VÍNCULO MENTAL


• Todos os distúrbios mentais, sejam os que têm origem na degradação crônica pela idade ou provocados por ação medicamentosa, apresentam fatores de desequilíbrio da dopamina. A dopamina é um neuro-transmissor que desencadeia a ação inicial de qualquer atividade. Portanto, o seu desequilibro resulta em ações erradas, tais como movimentos involuntários, raciocínios fora da lógica e outros resultados não desejados.

• Nas experiências clínicas desenvolvidas pelo Prof. Inamoto em centenas de pessoas com distúrbios metais, obtêm-se bons resultados quando modulamos a dopamina e eliminamos os fatores negativos incidentes no organismo. Desses elementos negativos, deve-se dar ênfase a Metais Tóxicos que desestabilizam o fator zinco(Zn) e cobre(Cu) que além de prejudicarem a digestão, reduzem o nível de ferro (Fe) na hemoglobina e diminuem o transporte de oxigênio para o cérebro. Com estes procedimentos, obteve-se bons resultados clínicos em doenças como Epilepsia, Mal de Parkinson, Alzheimer, etc.


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