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Idade, cérebro e nutrição.

21/07/2017 11:49:46

Conheça algumas dicas preciosas que podem prevenir e minimizar distúrbios mentais, que comprometem a qualidade de vida na longevidade.

Talvez você não saiba, mas a eficiência cerebral depende de uma boa circulação sanguínea e também de uma boa oxigenação. Para minimizar a degradação cerebral que incide com o avançar da idade, é preciso ter cuidados essenciais que impactam nesse processo. Fizemos uma seleção especial de 3 fatores que contribuem para a degradação cerebral para você se proteger. Veja a seguir:


1. Maus hábitos da vida: Muitas pessoas cometem erros no balanceamento e na forma de se alimentar, pois devido à correria do dia-a-dia, procuram alimentos prontos e industrializados que normalmente tem problemas. Além disso, convivemos cada vez menos com a natureza, e os confortos da sociedade moderna acaba por nos conduzir ao sedentarismo. Tente evitar alimentos processados, prontos para consumir. Resgate hábitos simples e prazerosos, como cozinhar em casa e caminhar mais.

2. Poluição ambiental: Praticamente tudo que comemos, bebemos ou respiramos contem poluentes. Na verdade, estamos expostos a eles 24 horas do dia. São substâncias negativas como gases tóxicos, metais pesados, conservantes, estabilizantes,

anti-umectantes e agrotóxicos que agridem as funções do nosso organismo. Recentemente, a Organização Mundial da Saúde – OMS, alerta também sobre a poluição de energias negativas provindas de meios eletrônicos como computadores e telefones sem fio e celulares, que segundo a pesquisa de uma Agência ligada a OMS, diz ser responsável por aproximadamente 30% do câncer infantil.

3. Parasitas: Nem todas bactérias ou microorganismos são prejudiciais. Na verdade, nosso organismo é um conglomerado deles, que atuam positivamente no desempenho funcional do metabolismo, gerando assim saúde e bem estar, e o seu equilíbrio existencial é primordial. Os parasitas (como bactérias, fungos, vermes, protozoários ou vírus) são elementos que ingressam no nosso meio orgânico e desestabilizam nosso conglomerado de microorganismos, causando na sequência a instabilidade da microbiota positiva, gerando em consequência prejuízos e, na sua persistência, o que chamamos de doença.


Nota: De forma geral, os três fatores acima são fontes que desestabilizam a captação dos minerais zinco (Zn), cobre (Cu) e magnésio (Mg), causando baixo fator de ferro (Fe) na hemoglobina, gerando na sequência prejuízos na oxigenação cerebral. Lembre-se também que os minerais Zn e Mg são responsáveis por mais de 1.000 enzimas digestivas e a suas deficiências são meios geradores de desnutrição cerebral e global do organismo.


COMPLEMENTOS ALIMENTARES QUE AGEM NA EFICIÊNCIA CEREBRAL


• CHLORELLA: É uma alga da água doce da era Cambriana. Foi uma das primeiras formas de vida a surgir no nosso planeta e um dos responsáveis que tornou o nosso meio habitável. Tem na sua composição todos os nutrientes necessários e aminoácidos essenciais na forma natural e equilibrada, têm poder alcalinizante e desintoxicante, inclusive de metais tóxicos como o alumínio, mercúrio, etc. Não tem contra-indicações e é especialmente indicada para gestantes e crianças. Conforme testes clínicos realizados na Universidade de São Paulo, o consumo diário de 20 a 40 comprimidos de 250mg, controla eficientemente os níveis de colesterol. O Japão é o maior consumidor mundial deste complemento e em algumas escolas públicas o produto é distribuído gratuitamente pelo governo.


• GELEIA REAL: Não existe na natureza alimento tão adequado e eficiente para o nosso cérebro como a Geleia Real, produzido para a abelha rainha pelas operárias internas. Geleia Real é um alimento extremamente natural, provindo da matéria prima do pólen das flores, que após passar pelo processo orgânico das abelhas se torna alimento específico da abelha rainha. Esta, uma vez fecundada pelo zangão produz uma média de 2.000 ovos diariamente durante 9 meses. Para o ser humano, a geleia real oferece substâncias importantes como o Ácido Glutâmico, que é essencial para a eficiência dos neurotransmissores como a Dopamina.


• ÁCIDOS GRAXOS: O contexto cerebral é composto de ácidos graxos essenciais na proporção de 65%, dos quais, 30% é representado por DHA (docosahexaenóico). O DHA está presente em todas as células humanas, bem como no leite materno, na placenta da mulher e a retina do olho possui 50 vezes mais do que nas células normais. No processo bioquímico, os ácidos graxos têm suma importância no processo endócrino e são precursores das prostaglandinas que formam os hormônios. Os ácidos graxos podem ser de origem animal (peixes, etc.) ou de origem vegetal, provindos por exemplo da maceração de sementes como o de Prímula, Linhaça, etc.


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