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Qual a relação entre ansiedade e a utilização de equipamentos eletrônicos?

04/06/2020 11:20:01

A ansiedade tem se tornado cada vez mais evidente em tempos de pandemia. As limitações impostas pelo distanciamento social mudaram a rotina de muitas pessoas, o que resulta em uma carga maior de estresse. Além disso, a saúde mental também é afetada por conta das preocupações com o bem-estar pessoal e da família.

Porém, um novo cenário determinado pela chegada da COVID-19 também interfere na ansiedade. Internet wi-fi, smartphones, notebooks, tablets, entre outros itens tecnológicos, já eram muito comuns em nosso dia-a-dia, mas com a necessidade do trabalho remoto, das chamadas de vídeo com a família, do ócio em casa, a utilização de aparelhos eletrônicos cresceu ainda mais.

Além destes equipamentos, que são responsáveis por inundar o ambiente com ondas eletromagnéticas de baixa frequência, também estamos expostos a outras fontes, como antenas de comunicação. Portanto, é praticamente impossível se proteger de forma plena dos riscos oferecidos por estes equipamentos, já que eles geram uma espécie de “poluição invisível”. 

Ondas eletromagnéticas e problemas com a saúde mental

Diversos estudos recentes apontam uma ligação entre exposições à radiação gerada por campos eletromagnéticos e problemas de ordem psicológica em humanos e animais. Entre eles, destaca-se uma pesquisa iraniana que acompanhou 103 eletricistas divididos em 5 grupos criados com base na exposição a ondas eletromagnéticas de frequência extremamente baixa. 

No estudo, foi possível verificar que o grupo com maior exposição aos campos eletromagnéticos também apresentou maiores possibilidades de sentimentos como depressão, psicose, comportamento obsessivo-compulsivo, hostilidade e ansiedade.

Estudos dessa natureza ajudam a exemplificar um aspecto importante: a pessoa não precisa ser viciada em smartphones ou um usuário assíduo de computador para sofrer os efeitos neurológicos da exposição às ondas eletromagnéticas. No mundo moderno, onde a maioria dos ambientes urbanos estão saturados de campos eletromagnéticos, é provável que muitos estejam sendo afetados, mesmo sem saber. 

Portanto, não é surpresa que os impactos causados pelas ondas eletromagnéticas à saúde mental de humanos e animais tenham aumentado durante o tempo, conforme as tecnologias foram se tornando mais populares e presentes em nossa rotina. 

Como as ondas eletromagnéticas podem causar disfunções mentais em humanos? 

Outros estudos também nos ajudam a entender melhor como os campos eletromagnéticos agem no organismo e podem produzir efeitos neuropsíquicos generalizados. Uma forma de observar esta ação na bioquímica humana é por meio dos íons de cálcio existentes em nosso organismo.

Eles são os principais responsáveis pelo transporte de informações, dentro e fora de nossas células. Uma interrupção no equilíbrio intracelular do cálcio para outros íons pode, por sua vez, causar estragos em diversos processos fisiológicos. 

A ativação dos íons de cálcio tem um papel universal na liberação de neurotransmissores no cérebro e de hormônios pelas células neuroendócrinas. Esta ação se dá em todo o sistema nervoso, o que sugere que esta parte do corpo seja altamente sensível aos campos eletromagnéticos. 

Entre os neurotransmissores mais conhecidos, podemos citar a serotonina, a dopamina e a noradrenalina. Um equilíbrio adequado desses compostos é vital para um humor saudável e estável, e está diretamente ligado à qualidade do sono, da motivação, da capacidade de concentração e da redução da ansiedade. 

Se estes sinais químicos são liberados em quantidades erradas, a ansiedade e a depressão podem se tornar comuns, independentemente do quão estáveis sejam outros aspectos da vida pessoal. Esse efeito danoso das radiações é ainda pior nas crianças, especialmente as mais novas.  

Como reduzir os riscos? 

Mesmo que não tenhamos evidências mais claras, não há como afirmar que podemos ignorar o problema da exposição a campos eletromagnéticos de baixa frequência. Encare-os como uma toxina ambiental, que contribui para o estresse oxidativo e que deve ser modulada.

Entre os cuidados, é útil conhecer as fontes de emissão próximas ao seu ambiente, tais como torres de telefonia celular, linhas de alta tensão, medidores inteligentes e, claro, os smartphones que possuímos em casa. Todos estes itens contribuem para emissões de campos eletromagnéticos, e a tendência é que a incidência só aumente com o tempo. 

Embora seja difícil evitar completamente todas as fontes, reduzir a exposição é uma das principais formas de amenizar os riscos oferecidos pelas ondas eletromagnéticas à saúde. Algumas pessoas encontram alívio aos sintomas mudando seu estilo de vida e afastando-se de espaços urbanos. Porém, esta realidade não é possível para todos. 

Outra estratégia indicada para reduzir os riscos é diminuir a utilização de redes wi-fi, substituindo-as por conexões cabeadas (cabos ethernet), além de desligar o roteador durante a noite. Repense também sobre deixar sua casa “inteligente”, pois ela aumenta o número de equipamento ligados à rede sem fio.

Com relação aos celulares, use o viva-voz sempre que possível e evite carregar o aparelho junto ao corpo. Não use o telefone quando estiver dirigindo: o sinal reverbera no teto e o deslocamento acaba exigindo que o aparelho fique buscando a rede mais próxima. Se tiver criança em casa, evite presenteá-la com telefones celulares antes de entrar na adolescência.

Além disso, procure um profissional credenciado pelo Método QuantumBIO se acreditar que sua condição de saúde pode estar comprometida por campos eletromagnéticos. 

Para auxiliar na modulação desses campos interferentes, a QuantumBIO conta com o composto vibracional Neutrix*R, que age modulando e neutralizando as informações prejudiciais que as radiações transmitem ao nosso organismo, equilibrando o padrão vibratório harmônico do biocampo.



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