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Os riscos das Ligas e Amálgamas e a intoxicação por mercúrio.

21/07/2017 14:43:46

Os riscos das Ligas e Amálgamas e a intoxicação por mercúrio.

O amálgama, comumente usado na odontologia, contém um veneno que intoxica o organismo: o mercúrio. Diversos estudos demonstram uma relação clara entre o número e o tamanho das obturações de amálgama e o teor de mercúrio no cérebro e nos rins.


O mercúrio se alastra também através da raiz do dente para todo o organismo. Deposita-se no pâncreas, no fígado e na tiroide. Existe hoje uma abundante literatura anti-amálgama. Países como a Suécia, Dinamarca e Alemanha já proíbem o seu uso.


Mais grave do que ser portador de amálgamas, é ser exposto (paciente e dentista) à retirada dos amálgamas sem as devidas precauções.


Os dentes são parte do nosso organismo. Quando doentes, podem afetar todos os órgãos. Os incisivos estão relacionados, por exemplo, com rins, bexiga, próstata e ovários. Os caninos estão relacionados com o fígado e a vesícula biliar. Os dentes podem provocar diversas formas de reumatismo, lesões no coração, nos rins, na pele e, às vezes, até um cansaço generalizado.


Quando os dentes são obturados com mercúrio e perdem continuamente este metal, ocorre uma intoxicação geral e crônica do organismo. Essa difusão do tóxico, muitas vezes, provoca uma sobrecarga para o sistema imunológico. Outras vezes, os dentes ficam moles ou a pessoa emagrece ou fica anêmica. Podem aparecer problemas neurológicos, zumbido nos ouvidos, tremores nas mãos, insônia ou sensibilidade a ruídos.


Mesmo quantidades mínimas de mercúrio, que chegam ao organismo durante um tempo prolongado, podem provocar uma série de problemas: dores de cabeça, transtornos da visão, edemas (no rosto, nos lábios, na mucosa da boca, da língua e da garganta), eczema crônico, bronquite asmática, cansaço crônico, menor capacidade de reação, maior necessidade de sono, falta de apetite, cólica intestinal, apatia, falta de memória, depressão, queda dos cabelos, distúrbios reumáticos e digestivos


Centenas de profissionais da saúde que levam a sério os riscos do amálgama tem conseguido livrar um grande número de pacientes de doenças degenerativas graves como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla, doenças do colágeno, bem como enxaqueca, doenças endócrinas, e um grande número de alterações funcionais, através da retirada do amálgama e da desintoxicação do mercúrio.


Como funciona o Método QuantumBIO na modulação  frequencial de Amálgamas e Ligas


A retirada ou eliminação dos minerais considerados tóxicos do interior da célula constitui-se numa tarefa cuja aparente simplicidade ilude até mesmo profissionais da saúde experientes em quelação. Isso se deve ao fato de que nem sempre os métodos tradicionais empregados para limpar o organismo desses elementos indesejáveis obtenham êxito, fazendo com que esses elementos, sob a forma de amálgamas e ligas, resistam a quase tudo que o profissional da saúde possa empregar para sua remoção.


Assim é que, após algumas ou muitas sessões de quelantes endovenosos, se constata, através de análises mineralógicas, a presença de uma certa quantidade de minerais tóxicos onde não deveria existir nenhum.


Por que razão, por mais quelações que sejam feitas, continuam aparecendo quantidades de elementos tóxicos como mercúrio, chumbo, níquel, antimônio e outros?


A resposta a esta questão é a seguinte:


A quelação por via endovenosa ou oral só retira os íons livre dos elementos, ou seja, aqueles que não estão ligados a outros por identificação eletrônica. Aqueles elementos que criaram entre si uma identificação eletrônica se constituem em “amálgamas” ou “ligas” e se apresentam com identidade própria, não se caracterizando como elementos isolados e, portanto, sujeitos a quelação pura e simples.


Tais “ligas” só poderão ser retiradas do organismo através de substâncias que com elas se identifiquem por serem também ”ligas” e quelantes.


As amálgamas aparecem no mineralograma capilar ou da epiderme feito por Espectrofotometria de Absorção Atômica porque durante o processo de análise a amostra é submetida a uma chama de alta temperatura que desfaz a amálgama, detectando seus componentes de forma individual, como se fossem elementos livres.


Desta maneira, o resultado da análise é falso quanto à presença de minerais livres, mas é verdadeira quanto à presença de minerais tóxicos no sistema sob a forma de amálgamas. Modernamente, pode-se realizar a análise espectofotométrica de amálgamas através do uso do sensograma a laser, de forma rápida e sem a utilização de processos invasivos. É possível também detectar amálgamas por Biorressonância através de freqüências associadas, por recursos especiais de aparelhos do sistema VEGATEST (alemão), Hadô (japonês) e, como ensinado no curso Prático da Biorressonância ministrado pelo Prof. Inamoto, através do uso do Aurameter e dos testadores calibrados com padrões quânticos.


O certo é que se deve retirar do paciente as ligas e amálgamas, e para isso é necessário empregar uma ou mais formulas quelantes que possuam as mesmas características das amálgamas que se pretende retirar. Tais fórmulas devem ser preparadas à maneira homeopática, isso é, deverão ser diluições muito altas de amálgamas dinamizadas de elementos idênticos aos encontrados na análise mineralógica  das amostras, seja de cabelo ou material da epiderme.


A eficácia desse método será constatada pelo desaparecimento total dos resíduos minerais antes detectados.


EVIDÊNCIAS OCORRIDAS

Profissionais da saúde credenciados no Método QuantumBIO tem realizado inúmeros testes, empregando para isso o que se poderia chamar (para efeito prático) de “quelantes dinamizados” embora não se trate de quelantes propriamente ditos, sendo o seu mecanismo de ação bastante distinto daqueles.


Tais diluições não pegam as amálgamas intracelulares ou extracelulares nem as envolvem entre moléculas de aminoácidos como fazem os verdadeiros quelantes químicos. Seu efeito “varredor” ou “limpante” se deve a uma ação que, através da água biodisponível, elimina o elemento indesejável, no caso o amálgama mineral. Essas características estão presentes na Linha QuantumBIO de Amálgamas e Ligas, única no mercado.


As soluções dinamizadas e potencializadas pelos padrões quânticos agem na equalização e eliminação de elementos tóxicos no organismo humano, tendo seu uso justificado uma vez que a presença das amálgamas e de minerais tóxicos dão lugar ao surgimento de diversas patologias.


Por fim, é importante ressaltar que o método de descontaminação através de padrões quânticos possibilita a desativação do metal tóxico sem a eliminação da substância, portanto oferece vantagens em caso de próteses elaboradas com metais tóxicos, tais como amálgamas, platinas, níquel, etc.


Veja abaixo tabela comparativa entre os métodos naturais (por alimentos), químico (por EDTA) e quântico (por padrões específicos).


PROCESSOS DE DESCONTAMINAÇÃO E DESATIVAÇÃO DE METAIS, AMÁLGAMAS E LIGAS TÓXICAS


MÉTODOS NATURAIS

MÉTODO QUÍMICO

MÉTODO QUANTUMBIO

Meios: Alimentos especiais

 

Meios: EDTA (Formulação química)

Meios: Padrões (Frequências) Específicos.

Vantagens: Não tem efeitos colaterais.

Vantagens: Facilidade e baixo custo.

Vantagens: Facilidades de uso e não oferece efeitos colaterais. Possibilita a desativação do metal tóxico sem a eliminação da substância, portanto oferece vantagens em caso de próteses elaborados com metais tóxicos, tais como amálgamas, platinas, níquel, etc.

Tem o poder de neutralizar radiações.

Desvantagem: Dificuldade de encontrar alimentos naturais isentos  de contaminações e saber a posologia a nível clínico.

Desvantagens: Pode interferir na coagulação sanguínea e não elimina o fator frequencial do metal tóxico. Não quela amálgamas e ligas e nem radiações.

Desvantagens: Custo relativamente alto.

 

Referências:

www.arzt.com.br/informacoes/amalgama-dentario-e-intoxicacao-por-mercurio

www.sitemedico.com.br/site/beleza/saudebucal/6620-amalgama-veneno-na-boca

Livro Medicina Quântica – Dr. Victor José Freire Mattos


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