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Fatores degradantes da saúde

25/11/2019 09:07:19

De uma maneira geral, quando avaliamos nossa própria saúde num dado momento, buscamos relembrar o histórico de nossos familiares. Que doenças eles tiveram? Eram saudáveis? São perguntas que nos ajudam a decifrar nossa genética. Sabemos que algumas doenças apresentam uma relação com o DNA, mas está cada vez mais claro que os fatores genéticos são responsáveis por menos de 5% das doenças que acometem o ser humano. Se isso é verdadeiro, cabe a pergunta: o que nos leva a adquirir determinada doença?

A resposta pode ser expressa como Fatores Epigenéticos. O nome pode parecer estranho, mas ele apenas designa os fatores que atingem o ser humano além da genética. São os diversos fatores ambientais, incluindo o local onde nascemos, se fomos amamentados, o nível social de nossos pais, a saúde deles no momento da concepção etc.

Certamente, não podemos interferir em todos os fatores epigenéticos, mas o fato de entendermos este conceito nos dá um poder extraordinário: o poder de agir! O poder de atuar para minimizar os impactos que os estímulos deletérios possam ter sobre nossa saúde. Além de privilegiar os fatores que a promovem.

Isso inclui perguntas existenciais: Como eu penso? Como eu me alimento? Com quem eu vivo? Onde eu vivo? Vamos examinar estas questões mais de perto.


COMO EU PENSO

O pesquisador japonês Masaru Emoto executou experiências com a água e a submeteu a diversos estímulos, inclusive o pensamento humano. Ele percebeu que emoções positivas geravam cristais mais belos e harmônicos, quando congelada. Já os pensamentos negativos ou palavras de ódio geravam formas desarmônicas. Outros pesquisadores importantes, como o francês Luc Montagner, prêmio Nobel de medicina por seu trabalho com o vírus da imunodeficiência humana (AIDS) comprovaram a capacidade da água de captar e reter informações. Junte estas informações e reflita sobre o que pode acontecer em nosso corpo, composto de mais de 70% de água.

Baseado nesta premissa, podemos gerar uma doença, mas também podemos favorecer sua cura. Podemos olhar a vida a partir de uma perspectiva mais equilibrada com nossa essência, experimentando uma sensação de harmonia e paz interior. Neste estágio, somos mais resilientes e enfrentamos sem medo as dificuldades. Qualquer experiência na vida passa a ser encarada como um estágio temporário em nossa evolução humana. A própria doença é, em si mesma, benéfica (não um castigo), por nos fazer voltar à nossa essência, transformando nossa jornada um caminho direto para o cumprimento do nosso destino.


COMO EU ME ALIMENTO

Hipócrates escreveu: “Que seu alimento seja seu remédio”. Infelizmente, a sociedade atual dá pouco valor à qualidade da alimentação. Os supermercados estão abarrotados de alimentos vazios (embutidos, enlatados, processados). As pessoas à nossa volta parecem dar pouco valor ao estilo alimentar de nossos ancestrais, que comiam comida de verdade. Para piorar, nosso solo é mais pobre em minerais, o que deixa o alimento atual mais pobre nutricionalmente comparados com os do passado. Talvez por isso necessitamos de suplementos vitamínicos e minerais para nos manter saudáveis. Podemos incluir como um péssimo hábito, desenvolvido pela modernidade, a alimentação distraída (celular, televisão). E se lembrarmos do Emoto, como será que fica nossa água quando discutimos problemas durante o jantar? Por falar nisso, o que aconteceu como o antigo ritual de agradecer ao alimento antes das refeições?


COM QUEM EU VIVO

Você já parou para pensar se está convivendo com pessoas que gosta? E estas pessoas, gostam de você? Pode parecer um sofisma, mas pode fazer toda a diferença. Quando convivemos com pessoas que gostamos, nos moldamos para agradá-la e nos afastamos de nossa essência. Pessoas boas são aquelas que ajudam você a manter sua essência. Sem julgamentos.


ONDE EU VIVO

Estamos rodeados de antenas de telefonia celular, torres de transmissão, transformadores de energia, computadores, tablets e celulares. A radiação emitida por estes meios atinge nossos tecidos, gerando mais radicais livres e interferindo na ação mitocondrial.

A vida nas grandes cidades é um convite à intoxicação diária. Buscamos uma vida prática, não necessariamente mais saudável. O solo, a atmosfera e a água à nossa volta estão cada vez mais contaminadas de metais e toxinas ambientais. Nosso corpo faz um tremendo esforço na eliminação destes fatores degradantes, mas se a exposição for contínua, haverá acumulação. O excesso de metais no corpo impacta até mesmo o funcionamento bioquímico: os importantes zinco e cobre dependem de manganês e cromo para agirem. Sem eles, haverá dificuldade na assimilação de vitaminas do complexo B dos alimentos, diminuirá a fixação do ferro para a hemoglobina... E por aí vai.

Segundo o Professor Kunio Inamoto, “temos no corpo, em média, 2000 enzimas que atuam no organismo. Com a carência do fator zinco, 450 enzimas dependem deste mineral. Se somarmos o cobre e o magnésio teremos mais de 1200 enzimas que deixarão de atuar, desencadeando desde intolerâncias alimentares, até outros distúrbios em nosso organismo”.

Fazendo um paralelo, imagine o corpo sendo a própria casa e os metais vão se acumulando em frente à porta de entrada. Os minerais essenciais não conseguem entrar. A limpeza da casa não acontece e, lá dentro, parasitas e fungos proliferam.

A somatória destes fatores gera estresse oxidativo que afeta várias glândulas e sistemas corporais, como o hipocampo (memória), hipotálamo (regulação hormonal, temperatura e pressão), hipófise (tireoide e hormônios sexuais)... Todo o metabolismo fica comprometido.

No Brasil, somos milhares de médicos e terapeutas especializados na Terapia Ortobiomolecular, formados diretamente pelo Prof. Inamoto. Estamos preparados para auxiliar você a identificar que fatores degradantes estão impactando seu funcionamento corporal e, o mais importante, recuperar sua saúde.

Enquanto isso, faça a sua parte!

Elimine o que é tóxico (alimentos, lugares, pessoas, pensamentos) do seu dia-a-dia. Faça meditação e exercícios respiratórios. Cultive bons pensamentos e faça o bem em todos os aspectos de sua vida. Nunca perca a conexão com sua essência. Isto é saúde!


Daniela A. Yoshida
Terapeuta Ortobiomolecular


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