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Equilíbrio do sono: como reajustar os ciclos circadianos.

13/11/2018 09:51:00

O sono é essencial para o corpo. No momento em que estamos “desligados” acontece a renovação das células e a revigoração do organismo. Uma noite mal dormida pode acarretar em irritabilidade, dificuldade em pensar com clareza, cansaço, entre outros sintomas que dificultam a execução das tarefas do dia-a-dia. De maneira natural, o corpo é regulado pelo nosso “relógio biológico”, ou ciclos circadianos, que indicam de forma espontânea a hora de dormir, acordar, sentir fome e outras necessidades cíclicas.


Mas muitas pessoas sofrem com a irregularidade destes ciclos e, consequentemente, com a falta de sono. Se a quebra no ciclo circadiano for recorrente, não causada por uma situação momentânea, os riscos à saúde podem também perdurar por um longo tempo.  De acordo com  Kenneth P. Wright Jr., Ph.D. Professor do Departamento de Fisiologia Integrativa e Diretor do Laboratório de Sono e Cronobiologia da Universidade do Colorado em Boulder, a maior parte dos tecidos do nosso corpo têm um relógio circadiano que, se desregulados, podem afetar o pleno funcionamento dos órgãos e acarretar em problemas como obesidade, diabetes, doenças cardíacas, transtornos de humor, câncer e comprometimento cognitivo.


SONO, SINÔNIMO DE SAÚDE 


Para estabelecer uma rotina saudável de sono e regular o relógio biológico é preciso estar atento a alguns hábitos que mantemos sem saber que faz mal ao corpo. Todos têm alguma dica de como melhorar a qualidade do sono, mas cientificamente, os fatores que podem contribuir para ajustar os ciclos circadianos são a exposição à luz, alimentação e atividade cerebral.


Luz - De acordo com cientistas, o relógio cerebral é muito sensível à luz. Um exemplo é o ritmo da melatonina humana, hormônio que ajuda a controlar os ciclos do sono, que se adapta às diferentes durações das noites no inverno e no verão. Ou seja, o hormônio consegue regular sua intensidade de acordo com as condições da luz natural. Mas ele também pode se adaptar à luz artificial, por isso uma rotina de exposição a iluminação fluorescente ou a luz azul de telas pode causar a desregularização do sono, por “confundir” o organismo. 


Por isso, para reajustar o ciclo do sono é importante evitar ficar em lugares muito iluminados durante a noite. Como o relógio biológico é ajustado pela luminosidade, as pessoas devem respeitar o ciclo natural e manter escuro o ambiente em que dormem.


Alimentação -  A comida - ou melhor, o momento das refeições - também provou desempenhar um papel importante na regulação dos ciclos de sono. Segundo um estudo britânico, o metabolismo, a nutrição e os ciclos  circadianos estão ligados. Foi feita uma pesquisa com dez homens, mudando seus hábitos alimentares e observando os efeitos no corpo. O resultado mostrou que os horário das refeições desempenham um papel na sincronização dos ritmos circadianos.

Jonathan Johnston, da Faculdade de Saúde e Ciências Médicas da Universidade de Surrey, explica que estudos indicam que os relógios biológicos presentes em tecidos essenciais ao metabolismo são sincronizados com os alimentos em detrimento de outros fatores, como a luz por exemplo. Portanto, as pesquisas sugerem que comer uma grande refeição tarde da noite pode potencialmente manter o corpo ocupado demais digerindo sua comida para  conseguir relaxar.


Atividade cerebral - Se manter muito ativo no período da noite também prejudica a qualidade e a regularidade do sono. O corpo precisa de ambientes calmos para que consiga desligar e executar a renovação celular.

COMPOSTOS PARA O SONO


Para ajudar a regular o relógio biológico, também é possível consumir compostos que auxiliam no equilíbrio do corpo. O Gh-L*E Plus, por exemplo, é um composto frequencial que contêm padrões energéticos moduladores de comportamentos e é indicado na melhoria da disposição mental e emocional. Assim, ajuda a equilibrar os pensamentos e emoções para estimular o relaxamento no horário adequado.


Conheça mais sobre o composto e o equilíbrio do organismo no site da QuantumBIO. 


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