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Poluição moderna: o perigo da exposição às ondas eletromagnéticas.

21/09/2018 12:00:24

A nossa rotina é rodeada de objetos eletrônicos. Vivemos em meio a aparelhos celulares, televisores, redes Wi-Fi, antenas de comunicação. Mesmo se não quisermos é praticamente impossível ficar fora do alcance das ondas eletromagnéticas que “inundam” o ar. Elas ocupam o espaço, transpassam barreiras orgânicas e inorgânicas e causam uma poluição imperceptível.

 

O engenheiro eletrotécnico, Eugênio Lopes, afirma que vivemos hoje dentro de um gigante micro-ondas. As ondas utilizadas para transmitir voz e dados por aparelhos eletrônicos são de radiofrequência e possuem o comprimento muito baixo, por isso, são chamadas de micro-ondas. A tecnologia é a mesma usada por fornos que esquentam moléculas instantaneamente.

 

Eugênio alerta para os efeitos dessa exposição no corpo humano. De acordo com ele a consequência mais grave é a perda de imunidade - quanto mais ficamos expostos às ondas, mais o organismo tem seu sistema imunológico enfraquecido. O efeito nocivo acontece quando o campo elétrico dos aparelhos que nos rodeiam interfere na bioeletricidade natural do corpo humano.  O médico e especialista em terapia por informação biofísica, Francisco Vianna, completa explicando que no nosso organismo os impulsos naturais de energia são inconstantes, já os provenientes de aparelhos eletrônicos têm pulsação fixa, o que é um fator de irritação para o corpo. Dessa forma, os impulsos não naturais causam interferência e desequilíbrio em nós.

 

O PERIGO DA POLUIÇÃO ELETROMAGNÉTICA PARA A SAÚDE PÚBLICA

 

De acordo com o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e engenheiro eletricista especialista em telecomunicações, Álvaro Salles, a exposição de seis a oito horas ao dia de radiação não-ionizante, como a liberada por aparelhos eletrônicos, podem causar danos aos tecidos do corpo. Os estudos analisados por ele relacionam a exposição a essas ondas com o aparecimento de tumores cerebrais.

 

A análise dos resultados de uma pesquisa realizada pelo grupo do Hospital Universitário de Orebo, na Suécia, e recolhidos pelo projeto Interphone, na Europa, classifica como possivelmente cancerígena as radiações eletromagnéticas que são liberadas por rádios e aparelhos eletrônicos. Com base nisso, um grupo de pesquisadores chegou a recomendar que as exposições a estas radiações devam ser evitadas.

 

De frente com a insegurança sobre os verdadeiros impactos desse tipo de “poluição moderna” no corpo,  a Organização Mundial da Saúde divulgou, em 2011, um documento no qual estigmatiza a radiação eletromagnética como “potencialmente cancerígena”. Antes disso, o órgão já tinha publicado um aviso com recomendações a curto e longo prazo sobre as  exposições: no primeiro caso as recomendações internacionais focam na proteção de trabalhadores e do público, para isso, deveriam ser adotados programas de mediação da exposição; já no segundo caso, a organização pediu aos governos e as indústrias para monitorar e promover programas de pesquisa  com fim de reduzir a incerteza da evidência científica sobre o tema.

 

COMO SE PROTEGER

 

Os estudos ainda são incertos, apesar disso, todos convergem na mesma conclusão de que a exposição demasiada à poluição eletromagnética é prejudicial ao nosso organismo. E mais: não podemos fugir dela. Estamos o tempo todo sobre a incidência de ondas provenientes de computador, eletrodomésticos, antenas de telecomunicação, Wi-Fi, entre outros.

 

Mas então, o que fazer? Para auxiliar na modulação dos campos interferentes ocasionados pela exposição à radiação eletromagnética, a QuantumBIO dispõem do composto frequencial Neutrix*R. O produto age neutralizando as informações prejudiciais que as radiações não ionizantes transmitem ao nosso organismo, equilibrando o padrão vibratório harmônico do biocampo.


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