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Vibração e saúde: como as ondas podem ajudar a manter o equilíbrio do corpo.

21/09/2018 11:17:51

As ondas sonoras produzem muito mais do que música. Estudos recentes relacionam as vibrações com importantes avanços científicos. Pesquisadores de Stanford, descobriram benefícios do som muito além das frequências audíveis. As ondas ultrassônicas e outras “silenciosas” ajudam a expandir o conhecimento e as possibilidades da medicina tradicional.

 

Todas as partículas do nosso corpo e do universo vibram em uma determinada frequência. Mapeando as ondas é possível identificar desequilíbrios e influenciar no funcionamento do corpo. Quatro laboratórios de Stanford investigam todo o espectro para entender o poder da acústica para gerar tecnologias inovadoras e disruptivas.

 

Conheça alguns dos estudos que relacionam ondas sonoras com saúde:

 

TECIDOS DO CORAÇÃO

 

As células do coração são as mais compactas do corpo, em um espaço comparado com um cubo de açúcar podem estar presentes cerca de 100 milhões de células. A estrutura compacta permite que as partículas se comuniquem e batam como um só bloco. Porém, a proximidade também impede que as células do meio do bloco recebam a quantidade adequada de nutrientes e vibrem em sintonia.

 

Cientistas estão investigando a hipótese de que a acústica pode compactar as células muito densamente e ainda manter a capacidade de controlar e ajustar sua organização. Isso seria possível por meio do fenômeno das ondas de Faraday, que transportam partículas ao longo da sua propagação. O sinal acústico resulta de uma perturbação física no líquido e no ar. As ondas causam ondulações no líquido, e qualquer coisa flutuando nele também se espalha.

 

Sendo assim, é possível usar a acústica para manipular as células do coração em padrões complexos. Uma simples mudança de frequência e amplitude coloca as células em movimento, guia-as para uma nova posição e as mantém no lugar.


O SOM DO CÉREBRO

 

Outro grupo de cientistas estuda a possibilidade de transformar as ondas cerebrais em som. Eles criaram o que chamam de estetoscópio do cérebro. O instrumento se parece com uma faixa de colocar na cabeça e ouve os sinais elétricos do cérebro. A tecnologia permite que esses sinais sejam convertidos em som.

 

Os sinais normalmente não são sincronizados, por meio deste aparelho é possível identificar quando o som fica constante o que significa, provavelmente, que a pessoa está tendo uma convulsão.

 

Existem convulsões que não têm sintomas físicos óbvios mas prejudicam o cérebro, por meio desse aparelho seria possível identificar essas situações e dar o encaminhamento necessário.


CHIPS IMPLANTÁVEIS


Pesquisadores estão criando também um chip implantável que é ativado e alimentado pelo som. O chip pode ter várias funções e alterá-las de acordo com a necessidade da pessoa. O ultrassom é a fonte de energia do chip e uma maneira de se comunicar com ele - um pequeno módulo do equipamento converte ondas de ultrassom em energia elétrica. Transmitindo pulsos de ultrassom para o chip é possível enviar comandos codificados e instruí-lo a começar a monitorar a pressão sanguínea ou canalizar um pulso elétrico para estimular um região, por exemplo.

 

VIBRAÇÃO COMO SAÚDE

 

Além de todas as inovações tecnológicas voltadas para a saúde, como estas que vimos, a vibração pode ser uma forma de manter a saúde e a harmonia do corpo. Por meio da física quântica foram identificados processos energéticos que regulam o funcionamento do nosso corpo. Nas menores partículas existentes as interações são feitas por meio de vibrações e é a partir delas que todos os processos são desencadeados. O Biocampo seria o que regula essas vibrações e as interações entre elas.

 

A terapia frequencial prevê tratamentos que normalizam essas interações quando estão em desequilíbrio. Assim, por meio da regularização de processos energéticos, psíquicos e bioquímicos, as terapias frequenciais podem atuar de modo coadjuvante aos tratamentos convencionais.


Conheça mais sobre como as vibrações podem influenciar na saúde no site da QuantumBIO.


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