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Toxinas ambientais podem causar aumento no número de pessoas com doenças na tireoide.

12/04/2018 11:20:05

A glândula tireoide é responsável por regular o metabolismo do corpo. Ela produz os hormônios T3 e T4, que impactam desde em pequenas funções cerebrais até no funcionamento do aparelho digestivo. Estudos da Associação Americana da Tireoide mostram um alarmante crescimento no número de pessoas com disfunções na glândula. A estimativa é que cerca de 20 milhões de norte americanos tenham alguma doença que afete a tireoide.

 

As patologias mais comuns da glândula são o hipo e o hipertireoidismo. O primeiro é caracterizado pela diminuição do número de hormônios produzidos, o que diminui a velocidade do metabolismo, gera cansaço, intestino lento, tristeza, queda de cabelo, unhas fracas, entre outros sintomas. Já o hipertireoidismo é o contrário, a glândula produz mais hormônios do que o normal, o que gera um inchaço da região do pescoço, irritação, calor em excesso, queda de cabelo, ansiedade, aumento da fome e etc.

 

Ainda há outras doenças menos comuns como a tireoidite (inflamação da glândula), tireoidite de Hashimoto (doença autoimune), doença de Graves (desequilíbrio imunológico), câncer, e outras menos conhecidas da população.

 

MAL DO SÉCULO

 

O aumento do número de pessoas com doenças relacionadas à tireoide fez os médicos analisarem quais fatores externos poderiam estar gerando essa “epidemia”. A conclusão é que estamos expostos diariamente a diferentes toxinas que impactam negativamente no nosso organismo. Algumas delas influenciam diretamente o funcionamento da tireoide.

 

Separamos as cinco toxinas ambientais que estão mais presentes no dia a dia da população e que podem acarretar em disfunções nessa glândula tão importante para o equilíbrio do organismo. Confira:

 

1- Flúor:

Adicionado na água das torneiras e pastas de dente, o componente pode diminuir a atividade da tireoide. Tanto que alguns estudos já mostram que o flúor é eficaz no tratamento de doenças que estimulam o funcionamento em excesso da glândula. Portanto, a substância pode ser um risco para quem já tem predisposição para hipotireoidismo.

 

2- Metais pesados:

Alumínio, mercúrio e chumbo são um veneno para o corpo. Quando o organismo absorve esses metais, comumente eles se acumulam na tireoide. Estamos expostos aos metais por meio da poluição e até mesmo por vacinas. Estudos comprovam, por exemplo, que pessoas com alto nível de mercúrio no corpo são mais propensas a ter doenças auto-imunes na glândula.

 

3- Pesticidas:

Utilizados para preservar frutas e verduras, estão presentes em quase todos os alimentos que consumimos. Existem muitos estudos que relacionam a ingestão dessas substâncias a diferentes doenças. Com patologias na tireoide não é diferente, muitas pesquisas indicam que o consumo de pesticidas prejudica o funcionamento da glândula.

 

4 - Toxinas do plástico e eletrodomésticos

Alguns componentes de objetos que utilizamos todos os dias em nossas casas ou trabalho oferecem risco a tireoide. Nas telas de televisões, computadores e em tecidos sintéticos são encontradas toxinas que interrompem a função da glândula, dificultando o transporte dos hormônios pelo sangue. Nos plásticos presentes em potes, garrafas e até brinquedos são encontradas substâncias que perturbam o funcionamento da tireoide, prejudicando suas funções.

 

5- Isoflavonas

Essas toxinas são encontradas em alimentos e produtos provenientes da soja. No organismo, elas inibem a produção de hormônios pela tireoide.

 

Em suma, não são poucos os fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver uma anormalidade na glândula. Uma alimentação saudável e exercícios físicos ajudam tanto a diminuir as chances de ter qualquer problema, quanto a diminuir os sintomas das doenças da tireoide. É indispensável realizar a descontaminação de metais tóxicos presentes no organismo. Através de mecanismos que agem em nível energético e frequencial, o Método QuantumBIO pode auxiliar na neutralização dos metais tóxicos. Confira mais informações no nosso e-book "Metais Tóxicos".

 

Referências:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26868023

http://www.sciencemag.org/news/2006/10/perchlorate-impacts-thyroid-low-doses

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17537484

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1940071/

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2842196/

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4619836/

https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fendo.2017.00050/full

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3988285/


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