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Riscos da falta de ferro durante a gravidez : depressão pós-parto.

27/03/2018 11:22:05

A deficiência de ferro no sangue é um risco. O nutriente, entre outras funções, é responsável pela produção de hemoglobina - proteína que ajuda a transportar o oxigênio no sangue. Sendo assim, a falta de ferro causa anemia. Durante a gestação, a deficiência desse nutriente no corpo pode ter consequências graves para a mãe e para o bebê.

 

A falta de ferro nas mulheres grávidas é comum, uma vez que a quantidade de sangue aumenta cerca de 50% em seus corpos. Assim, mesmo quem tenha taxas de ferros satisfatórias antes da gravidez, a mulher precisa se preocupar em repor o nutriente durante a gestação. Além de problemas para a mãe, a falta de ferro pode acarretar deficiências na criança.

 

FALTA DE FERRO E DEPRESSÃO PÓS-PARTO

 

Para além do cansaço excessivo e problemas no sistema imunológico, pesquisas recentes apontam um dado preocupante. A Universidade de Toronto e a McMaster University constataram, em um estudo com mulheres entre 18 e 25 anos, que 31% das mães que estavam dentro de uma escala específica de depressão pós-parto tinham deficiência de ferro no sangue.

 

A pesquisa aproxima ainda mais esses dois fatores. Ainda não é comprovado que a falta do nutriente aumenta as chances das mulheres terem depressão pós-parto, mas o estudo indica fortes indícios nesse sentido.

 

A depressão pós-parto é caracterizada por uma tristeza e falta de disposição descomunal.  As mulheres com esse quadro clínico já não veem graça em nada e não têm energia para executar as atividades diárias. Se não tratada do modo correto, a doença pode durar meses e até anos. A melancolia é normal nas duas primeiras semanas pós-parto, mas geralmente ela passa naturalmente. O sinal amarelo acende quando após esse período a mãe continua sentindo os sintomas.

 

DEFICIÊNCIA DE FERRO: UM RISCO PARA AS MÃES E PARA OS BEBÊS

 

Além da relação entre falta de ferro e depressão, a deficiência do nutriente pode causar outros males para a mãe e para a criança. A anemia é uma das doenças mais sérias causadas por esse quadro. Ela pode oferecer riscos à gravidez e até um nascimento prematuro da criança.

 

O bebê também sofre com a falta de ferro. Apesar de, em um quadro de deficiência do nutriente, a criança armazenar mais ferro do que a mãe, caso ainda não seja o suficiente, o bebê pode nascer mais frágil. Alguns estudos, também relacionam a falta de ferro a problemas futuros na tireoide.

 

REPOSIÇÃO ALIMENTAR

 

A alimentação é a principal fonte de ferro, mas às vezes se torna insuficiente. Carnes vermelhas e de frango, legumes e feijão são fontes riquíssimas do nutriente. Para melhor absorção dele, as gestantes devem comer alimentos ricos em vitamina C. Entretanto, mesmo com uma alimentação pensada para aumentar o nível de ferro no sangue, muitos médicos indicam após o segundo mês de gestação a complementação alimentar.

 

Um complemento natural que ajuda na reposição da proteína é a Chlorella. A alga possui quatro vezes mais ferro do que a carne de fígado, por exemplo. A Chlorella pertence a família de algas verdes unicelulares. Ela possui elevado teor de clorofila, o que é de grande importância na oxigenação das células e revigoramento do organismo.  Essas características ajudam no combate do principal sintoma e problema causado pela falta de ferro - a deficiência de oxigenação no sangue.

 

A alga é vendida em comprimidos e deve ser indicada por um médico. No site da QuantumBIO, é possível encontrar mais informações sobre esse super alimento e onde encontrá-lo para fazer a reposição de ferro no sangue.


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