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Acidez e Alcalinidade: o que significa isso?

27/09/2017 10:08:22

Sentir-se cansado, com gases ou azia após as refeições, ou ainda ter dores estomacais, acompanhadas de dores de cabeça e distúrbios digestivos, são sintomas que podem estar relacionados aos alimentos ingeridos.


É do conceito geral entre os nutricionistas que esta situação provém do desequilíbrio do potencial hidrogeniônico, mais comumente conhecido de “pH”. Esta sigla é o índice que define o grau de alcalinidade ou acidez de qualquer substância ou meio. Quanto mais baixo o pH, maior a acidez; e quanto mais alto, maior a alcalinidade. O espectro varia de 1 a 14, e entre os alimentos e bebidas os valores variam aproximadamente de 3 a 9.


Tudo que ingerimos provoca uma reação química ou metabólica em nosso organismo. Desta forma, o que vale não é o pH intrínseco de cada alimento, mas sim o rastro deixado por ele ao ser processado no estômago. É muito importante saber que a acidez de um alimento deve ser medida pelo seu efeito no organismo após a digestão, e não em teor de acidez ou alcalinidade intrínseca.


O nosso organismo trabalha todo o tempo para manter o pH sanguíneo entre 7,35 e 7,45, ou seja levemente alcalino. Este é o ponto de equilíbrio para que as células consigam armazenar nutrientes em proporções adequadas e consigam liberar resíduos celulares. Esta característica intrínseca em termos de equilíbrio do pH é a medida primordial para que o processo metabólico funcione.


Em outras palavras, a eliminação de toxinas só é possível quando existe o equilíbrio do pH na forma levemente alcalina. Contudo, a dieta contemporânea, repleta de produtos industrializados, dificulta esta situação conduzindo o nosso organismo para a forma mais ácida.


Associada às estas características alimentares, o estilo de vida que as pessoas levam nos dias de hoje, com cargas emocionais mais ácidas de estresse, competitividade, noites mal dormidas e fatores emocionais negativos, conduz o organismo ao pH cada vez mais ácido. É importante lembrar que outros fatores como a poluição, a presença de metais tóxicos e parasitas indesejáveis também se somam na acidez orgânica.


Enfim, se o desequilíbrio do pH para o lado mais ácido desestabiliza o metabolismo dificultando a eliminação de toxinas, podemos concluir que a maioria das doenças de ordem crônica e degenerativa e o envelhecimento precoce provem da situação do organismo na forma mais ácida.


Desta forma, concluímos que a MUDANÇA DE HÁBITOS ALIMENTARES e cuidados no ESTILO DE VIDA, objetivando o caminho da ALCALINIDADE, será o único meio na conquista de uma saúde plena e sentirmos cada vez MAIS FELIZ.

 

TESTE

SEU ESTILO DE VIDA É ÁCIDO OU ALCALINO?


Uma dieta que predominam alimentos que deixam um rastro de acidez no organismo, comprovadamente abre caminho para dezenas de sintomas e doenças cada vez mais comuns, como dores de cabeça crônicas, dores musculares, osteoporose, gota, diabetes tipo 2, falência renal, hipertensão e até câncer. A comida não é a única culpada, mas pode acentuar os danos causados pela poluição, pela exposição constante a toxinas e pela correria diária, que deixam as pessoas tensas e esgotadas. Descubra a seguir, se seu estilo de vida tem lhe ajudado a combater toda essa carga ácida, ou se, pelo contrário, você pode estar em risco.