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Obesidade e sobrepeso.

21/07/2017 18:15:36

Entenda o que á a obesidade, suas causas, riscos associados e como combatê-la de forma natural.


De acordo com a OMS, sobrepeso e obesidade são definidos como um acúmulo anormal ou excessivo de gordura que apresenta risco à saúde. Uma medida do grau de obesidade para adultos é o índice de massa corporal (IMC), o qual se obtém dividindo a massa da pessoa (em kg) pela altura do indivíduo (em metros) elevada ao quadrado. Uma pessoa com IMC entre 25 e 30 é considerada com sobrepeso e se o índice estiver acima de 30, ela pode ser considerada obesa. Crianças até 5 anos e de 5 até 19 anos devem medir o grau de obesidade de maneiras diferentes1.


O sobrepeso e a obesidade são fatores de risco para diversas doenças crônicas, incluindo diabetes, câncer e doenças cardiovasculares. A OMS reconhece que a obesidade é o maior problema de saúde e também o que mais aumenta no mundo desenvolvido e em desenvolvimento, ou seja, é um problema mundial. Estima-se que no Brasil haja em torno de 18 milhões de pessoas obesas2.


Entretanto, é bom saber que a obesidade pode ser prevenida, e quando ela já existe, pode ser tratada. Então, nada de pânico, mas sim muita disposição e atitude positiva para mudar seus hábitos alimentares e estilo de vida!


CAUSAS DO SOBREPESO E DA OBESIDADE


As causas variam muito, podendo, por exemplo, estar associadas a uma alimentação que fornece muito mais energia do que precisamos para nossas atividades diárias: o que ingerimos em excesso é armazenado pelo corpo na forma de gordura. É uma conta simples, um balanço contábil. Ou seja, o problema é que comemos demais!


Mas, existem outros fatores associados à obesidade e ao sobrepeso. Um deles, que tem sido considerado pela comunidade científica, é influência da microbiota intestinal no acúmulo de gordura no organismo. Assim, certas bactérias são prejudiciais à saúde, pois constituem-se em fatores que contribuem para o ganho de peso. Felizmente, existem as bactérias boas que contribuem para um organismo saudável3. Outro fator é a predisposição genética, peculiar para cada indivíduo. Distúrbios metabólicos4 e disfunções endócrinas2 também podem ser fatores de risco para a obesidade. Finalmente, podemos ainda culpar a quantidade de açúcar e gordura presente nos alimentos industrializados1.


É importante ressaltar também que o sedentarismo da população1, principalmente urbana, devido ao modo de vida: muito tempo sentados no trabalho, na aula, em casa assistindo televisão ou navegando na internet. Também dependemos do automóvel ou do ônibus para nossa locomoção, ou seja, não nos movimentamos ou exercitamos como antigamente!


DOENÇAS ASSOCIADAS À OBESIDADE


Algumas doenças associadas a obesidade estão listadas a seguir 1,4,5.


1. Doenças Cardiovasculares, principalmente ataques cardíacos e derrame, os quais foram a maior causa de morte no mundo em 2012.

2. Diabetes.

3. Desordens músculo-esqueléticas, especialmente osteoartite, uma doença degenerativa das articulações.

4. Alguns tipos de câncer, como o endometrial, de mama, ovários, próstata, fígado, vesícula biliar, rins e cólon.

5. Hipertensão.

6. Apneia do sono.

7. Depressão.


O risco para essas doenças aumenta com o IMC. A obesidade infantil está associada a uma chance maior de morte prematura e também à obesidade e outros problemas na idade adulta. Além disso, uma criança obesa pode apresentar dificuldades para respirar, aumento no risco de fraturas, hipertensão, resistência à insulina, problemas de natureza psicológica, entre outros. Ainda, crianças em países de média e baixa renda são mais vulneráveis a má nutrição pré-natal e infantil. Essas crianças são expostas a alimentos com alto teor de gorduras, açucares e sal, e a alimentos pobres em micronutrientes1.


COMO REDUZIR E PREVENIR O SOBREPESO E A OBESIDADE


Felizmente sobrepeso e obesidade são problemas que podem ser prevenidos e tratados. Vários fatores são decisivos na hora de enfrentar o problema. Por exemplo, é fundamental estar em um ambiente ou comunidade que dê apoio ao indivíduo durante o processo de ajudar nas escolhas das pessoas em relação ao consumo de alimentos mais saudáveis e a prática de atividades esportivas. Além disso, as pessoas devem limitar o consumo de gorduras e açucares, aumentar o consumo de frutas, vegetais, legumes, alimentos integrais e nozes e procurar realizar atividades esportivas. A OMS sugere 60 minutos por dia para crianças e 150 minutos, distribuídos durante a semana, para adultos1.


Em escala social, devem existir políticas públicas que orientem a população em relação à importância de dietas e exercícios e também garantam o acesso da população a alimentos saudáveis1. Um exemplo de política pública bem realizada, existe aqui mesmo no Brasil, onde os refrigerantes adoçados são sobretaxados, o que contribui para uma diminuição no consumo6 e no combate a obesidade e ao sobrepeso.


Já a indústria alimentícia tem um papel muito importante na questão, pois pode reduzir as quantidades de gordura, açúcar e sal nos alimentos processados. Pode também colocar no mercado alimentos mais saudáveis e nutritivos, acessíveis a todos consumidores, além de restringir o marketing de produtos ricos em açucares, gorduras e sal, especialmente quando estes alimentos são destinados a crianças e adolescentes1.


TRATAMENTO DA OBESIDADE


As opções de tratamento são, surpreendentemente, ainda limitadas. Mudanças no estilo de vida, ou seja, dieta e exercícios por si, geralmente não produzem perda de peso sustentável ou acentuada. Técnicas psicológicas efetivas, como terapias comportamentais cognitivas não podem ser aplicadas facilmente para grandes massas populacionais e os resultados a longo prazo causam desapontamento. A cirurgia bariátrica, por sua vez, é bastante efetiva em termos de perda de peso, entretanto o procedimento deve ser reservado aos obesos mórbidos devido aos riscos operatórios e complicações7.


Um pesquisador recentemente, concluiu com pessimismo que a história dos medicamentos contra a obesidade está muito distante de ser chamada de gloriosa. Por isso novos tratamentos, que sejam bem tolerados e apresentem o mínimo de efeitos colaterais possíveis se fazem urgentes7.


Avanços científicos em nossa compreensão da neurobiologia do apetite e da homeostase energética, apontam para diversas possibilidades no desenvolvimento de novos medicamentos e técnicas para o tratamento da obesidade. O medicamento ideal contra a obesidade provocaria perda de peso com um mínimo de efeitos colaterais7. Entretanto, os efeitos colaterais estão presentes, em maior ou menor grau7,8 e por isso é necessário o acompanhamento de um profissional competente. Evite a automedicação e desconfie dos tratamentos milagrosos que prometem resultados maravilhosos em pouco tempo e sem mudanças de hábito, sem qualquer esforço de sua parte.


Tudo indica que o desenvolvimento de medicamentos seguros para o tratamento da obesidade irá, muito provavelmente, requerer estratégias politerapeuticas e o uso medicinas personalizadas para cada individuo7.

Lembre-se, o sobrepeso e a obesidade são tratáveis!


MÉTODO QUANTUMBIO: ATIVE O METABOLISMO E MELHORE AS FUNÇÕES DIGESTIVAS


Dentro da filosofia preconizada pelo Método QuantumBIO, baseada na prática clínica do seu fundador, Prof. Inamoto, a estratégia de ativar o metabolismo e transformar todo alimento em energia evita que o mesmo se transforme em gordura de reserva. Então, com o metabolismo ativado, é possível promover a queima da gordura estocada no corpo.


Felizmente, existem na natureza substâncias provindas de vegetais, fungos e algas que são capazes de acelerar o metabolismo e consequentemente contribuir para a perda de peso. Outros compostos naturais também são capazes de melhorar a saúde do intestino, contribuindo, por exemplo, para que a flora intestinal seja saudável e não favoreça o aumento das bactérias associadas à obesidade e ao sobrepeso.


Selecionamos alguns desses produtos da natureza que a Quantum Bio utiliza em seu método para auxiliar no combate a obesidade e ao sobrepeso.




Informação importante:

As informações e conselhos disponibilizados no presente material não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.

Nenhum dos produtos apresentados no presente material substitui o uso de medicação convencional. Os produtos tratam-se de suplementos ou essências vibracionais que auxiliam no reequilíbrio energético do organismo.


Referências
1. OMS. Organização Mundial da Saúde. http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs311/en/. Acessado junho 8, 2017.
2. SBEM. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. https://www.endocrino.org.br/obesidade/. Acessado junho 8, 2017.
3. Ley RE, Turnbaugh PJ, Klein S, Gordon JI. Microbial ecology: Human gut microbes associated with obesity. Nature. 2006;444(7122):1022–1023. http://dx.doi.org/10.1038/4441022a.
4. Hryhorczuk C, Sharma S, Fulton SE. Metabolic disturbances connecting obesity and depression. Front Neurosci. 2013;7:177. doi:10.3389/fnins.2013.00177.
5. Lee HS, Robinson RC, Joo CH, Lee H, Kim YK, Choe H. Targeted molecular dynamics simulation studies of calcium binding and conformational change in the C-terminal half of gelsolin. Biochem Biophys Res Commun. 2006;342(3):702–709. 16494841.
6. Claro RM, Levy RB, Popkin BM, Monteiro CA. Sugar-Sweetened Beverage Taxes in Brazil. Am J Public Health. 2012;102(1):178–183. doi:10.2105/AJPH.2011.300313.
7. Rodgers RJ, Tschöp MH, Wilding JPH. Anti-obesity drugs: past, present and future. Dis Model Mech. 2012;5(5):621–626. doi:10.1242/dmm.009621.
8. Página do Dr. Drauzio Varella. https://drauziovarella.com.br/entrevistas-2/obesidade/. Acessado junho 8, 2017.

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