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Nutrição e intolerância alimentar.

21/07/2017 17:34:05

A Nutrição OrtoBiomolecular (Orto = correto; bio = vida/natureza) significa promover o equilíbrio correto e natural das diversas funções (biológicas, bioquímicas e psicológicas) do organismo como um todo. Utiliza-se para isto uma alimentação sadia e específica e, quando necessário, suplementos nutricionais adequados de formulação provindos da natureza. 


Assim, a Nutrição OrtoBiomolecular procura conduzir o sinergismo da natureza no âmbito orgânico, a fim de promover o equilíbrio dinâmico no desempenho vital da entidade em tratamento. Os suplementos nutricionais, quando formulados pela natureza, contêm a simplicidade e a eficiência da mesma, as quais o artificialismo jamais poderia imitar.


As substâncias que nutrem o nosso organismo (sais minerais, proteínas e vitaminas) são interdependentes entre si, e devem estar nas coisas naturais e no nosso organismo sempre de forma equilibrada. Portanto, consumir suplementos nutricionais manipulados pode levar o organismo a um segundo desequilíbrio, cujo nome é o efeito colateral.


Além disso, as variações da qualidade nutritiva dos alimentos (cultura, solo exaurido, fabricação, acondicionamento, conservação, preparação, etc.) e as variações das necessidades individuais justificam a correção através de suplementos naturais de boa qualidade, objetivando a busca da eficiência orgânica pela devida nutrição.


O equilíbrio nutricional é provindo da metabolização de proteínas, lipídios, glicídios, vitaminas, minerais, ácidos graxos e aminoácidos. O equilíbrio enzimático seja de objetivos endócrinos, funcionais ou orgânicos tem base na bioquímica.


Assim, para entender melhor o que ocorre no interior das células, é preciso o entendimento da Biofísica associada a Bioquímica Quântica.


O desequilíbrio da função biomolecular é a fonte responsável geradora da desnutrição. A intolerância alimentar é a justificativa sintomática do conceito biofísico, gerada pela disfunção da bioquímica de mérito quântico.


INTOLERÂNCIA ALIMENTAR E ALERGIA ALIMENTAR


Normalmente, as intolerâncias alimentares são fontes causadoras de alergias alimentares. Portanto, os sintomas se confundem, apesar de envolverem mecanismos diferentes na sua essência.


A intolerância é causada pela incompatibilidade enzimática, ou seja, quando o organismo possui deficiência ou carência daquela enzima que digere o referido alimento.


Por exemplo: uma pessoa que tem carência da enzima lactase tem intolerância ao leite de vaca e seus derivados que fatalmente contém lactose. 


A alergia alimentar é uma resposta do sistema imune na presença de imunocomplexos provenientes de alimentos mal digeridos.


As macromoléculas que normalmente têm origem nos alimentos que não foram bem processados por carências enzimáticas são responsáveis pelos sintomas de alergias alimentares. Por sua vez, a baixa imunidade que gera o descompasso dos “Lifócitos T”, desencadeia uma sequência de sintomas.


Estas reações podem afetar órgãos, tecidos ou sistemas, conforme as suscetibilidades de cada indivíduo.


SINTOMAS ASSOCIADOS À ALERGIA ALIMENTAR


  • Cabeça: dor de cabeça crônica, enxaqueca, sonolência, tonturas, etc.
  • Boca e garganta: alterações na gengiva, tosse seca, dor de garganta, aftas no lábio e língua, gagueira, etc.
  • Nariz, olhos e ouvidos: distúrbios dos seios nasais, coriza após as refeições, lacrimejamento nos olhos, infecções auditivas, zumbido auditivo, formação excessiva de muco, etc.
  • Coração e pulmões: taquicardia, congestão toráxica, broncoespasmo, asma, palpitações após refeições, crise hipertensiva após ingestão de alimentos, etc.
  • Sistema nervoso: dificuldade de atenção, ansiedade, depressão, crise de choro, redução da coordenação motora, mudança de voz, etc.
  • Gastrointestinal: vômitos, constipação, náuseas, diarréia, síndrome do intestino irritável, gases, dor abdominal, etc.
  • Pele: palidez, eczemas, psoríase, pele seca, sudorese excessiva, acne, queda de cabelo, unha e cabelos quebradiços, etc.
  • Sintomas Gerais: micção frequente, prurido anal ou vaginal, artrites e dores articulares, dores nas mãos e pés, dores musculares, fadiga crônica, vontade anormal de comer fora de hora, TPM, distúrbios do peso, etc.


NOTA: As reações acima surgem em função da competência do sistema imune, associadas às barreiras específicas a seguir:


  • Barreira física: pele
  • Barreira de defesa inicial não imunológica: mucosas, secreções, flora normal, peristaltismo.
  • Barreira de defesa inicial imunológica inespecífica: inflamação, substâncias antimicrobianas, febre, etc.
  • Defesa imunológica específica: anticorpos, resposta celular citotóxica.


COMO MINIMIZAR OS SINTOMAS DAS ALERGIAS ALIMENTARES


Primeiro passo:

Detectar e eliminar os metais tóxicos.


Segundo passo:

Detectar e eliminar parasitas indesejáveis.


Terceiro passo:

Identificar os alimentos alérgenos e evitá-los pelo menos no período terapêutico, até obter a dessensibilização do organismo.


Quarto passo:

Otimizar os hábitos alimentares associados à uma suplementação nutricional, a fim de melhorar o processo funcional do organismo.


Quinto passo:

Procurar adotar uma suplementação nutricional, sempre com o objetivo de regenerar o processo neuro-endócrino, principalmente por meio de substâncias neuro-transmissoras, tais como ácidos graxos insaturados, do tipo ômega 3, ômega 6 e DHA.


Estes, também agem como substâncias antialérgicas, pois protegem a hipermeabilidade da mucosa intestinal, dificultando assim a passagem de macromoléculas (que são provenientes de alimentos mal digeridos) para a corrente sanguínea, evitando a geração de imunocomplexos desencadeadores de sintomas alérgicos.


OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:


Todos procedimentos ou orientações constantes neste artigo, tem finalidade cultural e informativa.

Todos que queiram adotar uma das práticas, devem procurar um profissional ou uma clínica especializada, a fim de evitar danos à sua saúde.


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